Lei 15.265 cria o REARP e abre janela para atualização e regularização de patrimônio

A nova Lei 15.265/2025 instituiu o REARP — Regime Especial de Atualização e Regularização Patrimonial — permitindo que pessoas físicas e jurídicas atualizem valores de bens ou regularizem ativos de origem lícita com alíquotas reduzidas e prazo limitado. O que mudou Sancionada em 21 de novembro de 2025, a Lei 15.265 criou um mecanismo excepcional para corrigir distorções patrimoniais existentes até 31 de dezembro de 2024. O regime autoriza: A medida funciona como um enquadramento extraordinário destinado a reduzir risco fiscal, ajustar bases de cálculo e permitir reorganizações patrimoniais mais eficientes. Quem pode aderir O REARP está disponível para: Não se aplica a estrangeiros não residentes. Bens localizados no Brasil ou no exterior podem ser incluídos, desde que pertencentes a contribuintes residentes no país. Quais bens e direitos podem ser incluídos Na modalidade de atualização Na modalidade de regularização O alcance é mais amplo, permitindo incluir: Alíquotas aplicáveis Atualização patrimonial A nova base passa a ser o novo custo de aquisição, reduzindo impactos futuros de ganho de capital. Regularização de bens omitidos Prazos e condições A adesão é voluntária e temporal, com prazo estimado de 90 dias após regulamentação oficial. A lei estabelece restrições relevantes: Impactos para empresas e sócios Para companhias, grupos familiares e empreendedores — especialmente no middle market — o REARP oferece: Trata-se de uma oportunidade estratégica para revisitar estruturas patrimoniais e reforçar a segurança jurídica nas decisões de longo prazo.

Compliance no Brasil avança pouco: o que a nova pesquisa revela sobre maturidade, riscos e o papel das médias empresas

Um retrato incômodo da maturidade de compliance Uma nova pesquisa divulgada pela KPMG, citada pelo portal Contábeis, mostra uma realidade que ajuda a entender o momento das empresas brasileiras: a maturidade dos programas de compliance praticamente não evoluiu nos últimos três anos. Em uma escala de 1 a 5, a pontuação média saiu de 3,07 em 2021 para apenas 3,09 em 2024. Ou seja, apesar de avanços em digitalização, normas contábeis e da própria reforma tributária, as práticas de governança e controles internos seguem praticamente estagnadas. Esse dado é especialmente relevante para as médias empresas, que costumam ter menos estrutura e mais exposição operacional, tributária e reputacional. O que a pesquisa mostra 1. Evolução mínima da maturidade de compliance A variação de 3,07 para 3,09 indica que muitas empresas avançaram em documentos, mas não em estrutura e efetividade. Políticas existem, mas nem sempre são incorporadas à rotina, testadas ou monitoradas de forma consistente. 2. Revisão pouco frequente dos programas Cerca de 68% das empresas afirmam revisar o programa de compliance apenas uma vez por ano. Em um ambiente de transformação regulatória constante – com reforma tributária, novas exigências de reporte e mudanças tecnológicas – essa frequência é insuficiente para garantir integridade e aderência. 3. Uso desigual de tecnologia Mesmo com a evolução de ERPs, APIs, dashboards e automações fiscais, boa parte das empresas ainda depende de controles paralelos, planilhas desconectadas e baixa rastreabilidade. Isso dificulta qualquer tentativa de monitorar riscos de forma estruturada. A conclusão é clara: as organizações tentam ser resilientes, mas não reforçam adequadamente as bases de governança e controles que sustentam essa resiliência. Por que isso importa para médias empresas? Se grandes empresas – com orçamento, times dedicados e estrutura – já enfrentam dificuldade para evoluir, o impacto sobre médias empresas é ainda mais sensível. Em geral, elas convivem com: O risco não é apenas regulatório. É operacional, financeiro, societário e reputacional. Afeta diretamente: O ponto de virada: compliance como vantagem competitiva O relatório reforça um movimento que já aparece na prática: empresas com compliance maduro crescem mais e quebram menos. Para quem está no middle market, isso significa enxergar o compliance não como custo, mas como alavanca competitiva: Mais previsibilidade de resultados Controles internos bem desenhados reduzem erros, retrabalho e surpresas contábeis ou fiscais. Maior precisão tributária Com a chegada do IBS/CBS, empresas com baixa governança tributária terão maiores riscos de créditos indevidos, glosas e autuações – com impacto direto em caixa e margem. Melhor acesso a crédito e capital Transparência, dados estruturados e governança consistente já são critérios relevantes na análise de risco de bancos, fundos e investidores. Relacionamento mais forte com grandes clientes Cadeias de suprimentos mais maduras exigem fornecedores com conformidade mínima. Empresas que não conseguem comprovar integridade e controles podem deixar de ser elegíveis. O que a H2K observa na prática Na atuação da H2K com médias empresas, um padrão se repete: não falta vontade de melhorar – falta método. Os “gargalos” mais frequentes incluem: Em resumo, o problema é menos técnico e mais estrutural – mas é totalmente possível de ser endereçado com um plano de ação bem desenhado. Caminhos para fortalecer médias empresas agora Com base na pesquisa e na experiência prática, três movimentos se mostram urgentes: 1. Criar uma matriz de riscos integrada Mapear não apenas riscos legais, mas também riscos de processo, tecnologia, tributários, contábeis e operacionais. A matriz deve ser viva, revisada e conectada aos controles existentes. 2. Revisar processos críticos antes de 2026 A chegada da reforma tributária exige atenção especial a: 3. Estruturar um programa de compliance proporcional ao tamanho da empresa O objetivo não é copiar o modelo de uma grande corporação, mas ter um programa simples, objetivo e efetivo: Isso reduz riscos, organiza o negócio e aumenta a confiança de todos os stakeholders. Conclusão A pesquisa mostra números modestos, mas o recado é profundo: a maturidade de compliance no Brasil estagnou – e o risco aumentou. Para as médias empresas, 2025 é uma janela decisiva: é o momento de fortalecer governança, controles internos e compliance antes da maior mudança tributária das últimas décadas. Mais do que “evitar problemas”, trata-se de construir vantagem competitiva: operações mais previsíveis, relações mais sólidas com bancos, clientes e investidores, e uma empresa preparada para crescer com segurança. Fale com a H2K Auditores e Consultores para estruturar um diagnóstico de riscos, revisar controles internos e elevar a maturidade de compliance da sua empresa. Fonte: Pesquisa de maturidade de compliance – KPMG (dados divulgados e comentados pelo Portal Contábeis).

Relatórios ESG ganham força: 77% das companhias abertas já contam com asseguração independente

Um movimento estrutural no mercado brasileiro A edição 2025 da pesquisa “Panorama das Divulgações: Relatórios sobre Sustentabilidade no Brasil”, conduzida pelo Ibracon – Instituto de Auditoria Independente do Brasil, mostra uma virada importante no mercado de capitais brasileiro: 77% dos relatórios de sustentabilidade divulgados por companhias de capital aberto foram submetidos à asseguração, e em 74% desses casos o trabalho foi realizado por auditorias independentes. O estudo analisou os relatórios de sustentabilidade de 95 companhias abertas que compõem o índice IBrX 100 da B3, oferecendo um retrato consistente das práticas de reporte não financeiro no país. O resultado confirma uma tendência: relatório ESG sem asseguração vem perdendo relevância perante investidores, credores e demais stakeholders. Por que as empresas estão buscando asseguração? A pesquisa evidencia que a asseguração deixou de ser um “extra” e passou a ser parte da estratégia de governança e transparência. Entre os principais motivos para contratar asseguração independente, destacam-se: A perspectiva regulatória reforça esse movimento: com a adoção das normas internacionais de sustentabilidade (IFRS S1 e S2) e a expectativa de exigências crescentes por parte de reguladores, bolsa e investidores, a tendência é que a asseguração se torne, gradualmente, padrão mínimo para quem quer acesso a capital em condições competitivas. O que isso significa para médias empresas? Embora o foco da pesquisa sejam companhias abertas que compõem o IBrX 100, os efeitos desse movimento chegam diretamente ao middle market. Médias empresas que: fornecem para grandes grupos ou multinacionais; buscam fundos de investimento ou financiamentos estruturados; atuam em setores com alta exposição socioambiental (imobiliário, infraestrutura, agro, indústria, varejo, logística); já começam a sentir a pressão por dados ESG mais organizados, rastreáveis e verificáveis. Na prática, isso significa que mesmo empresas que ainda não publicam relatórios formais de sustentabilidade precisarão estruturar indicadores, bases de dados e controles internos ligados a temas ESG. O papel da auditoria e dos controles internos A asseguração independente de relatórios ESG exige uma base mínima de organização interna. Entre os pilares essenciais estão: Nesse contexto, a auditoria independente deixa de olhar apenas para as demonstrações financeiras e passa a avaliar também a qualidade dos processos, sistemas e controles que suportam os números ESG: Para a média empresa, esse movimento é desafiador, mas também é uma oportunidade de elevar o padrão operacional e de governança e se posicionar melhor em cadeias de valor cada vez mais exigentes. O olhar da H2K Na visão da H2K, a discussão sobre ESG precisa sair do campo puramente reputacional e entrar de vez no campo técnico e de governança. Relatórios bem elaborados, com dados confiáveis e asseguração independente: ESG, para nós, não é “marketing verde”: é estrutura, controle e transparência, apoiados por uma leitura integrada entre contabilidade, auditoria e estratégia. Conclusão Se 77% das companhias abertas já asseguram seus relatórios de sustentabilidade, o recado está dado: o mercado está migrando para um patamar onde narrativa sem evidência perde espaço. Para as médias empresas, o momento é de preparação: organizar dados, fortalecer controles internos, integrar temas ESG à gestão e, quando fizer sentido, avançar para relatórios com asseguração independente. Quem se move agora chega na próxima onda com vantagem competitiva. Fonte oficial: Pesquisa ESG 2025 – Panorama das Divulgações: Relatórios sobre Sustentabilidade no Brasil – Ibracon Fale com a H2K Auditores e Consultores para estruturar controles internos, organizar indicadores ESG e preparar sua empresa para a asseguração independente de relatórios de sustentabilidade.

Prepare-se agora: checklist de contabilidade, auditoria e compliance para a transição da Reforma Tributária 2026

O que muda em 2026 A matéria publicada pelo Portal Contábeis em 12 de outubro de 2025 destaca um ponto crítico: a partir de 1º de janeiro de 2026, empresas de todos os portes entrarão em um novo ciclo fiscal com a implementação dos tributos IBS (estadual/municipal) e CBS (federal), substituindo PIS, Cofins, ICMS, ISS e IPI. De acordo com pesquisa citada na reportagem, realizada pela NTT Data, 58% das empresas ainda não iniciaram ou sequer sabem como iniciar a adaptação para o novo modelo. Isso significa que as médias empresas — que dependem de eficiência e previsibilidade — correm o risco de enfrentar impactos severos se nada for feito em 2025. A transição não será apenas tributária: ela é operacional, sistêmica, contábil e de governança. 🔗 Leitura recomendada (matéria original): Reforma Tributária: empresas devem se preparar para o novo ciclo fiscal em 2026 – Portal Contábeis Contabilidade: ajustes que precisam começar ainda em 2025 A reforma mexe estruturalmente com a lógica de crédito, débito, base de cálculo e alíquotas. Por isso, a contabilidade precisa entrar na frente. Revisão do plano de contas e integrações Os novos tributos exigem reclassificação de contas, adequação de históricos e padronização de mapeamentos antes utilizados para PIS, Cofins, ICMS e ISS. Atualização do ERP e módulos fiscais O ERP deve suportar novos códigos, regras de crédito, parametrizações de documentos fiscais, cenários interestaduais e regimes transitórios. Sem isso, o risco de erro e autuação aumenta. Simulações de alíquotas efetivas O impacto médio varia por setor. Empresas já relatam cenários de leve redução até aumento relevante de carga tributária. Sem simulações, a empresa navega no escuro em termos de preço e margem. Revisão da natureza das operações Itens que hoje geram crédito podem perder benefício, e outros passarão a gerar crédito onde antes não havia. Isso altera diretamente custo, margem e formação de preço. Auditoria e controles internos: o novo “mapa de risco fiscal” A implantação do IBS/CBS exige governança tributária ativa, e não apenas registro contábil. Auditoria e controles internos passam a ter papel central. Mapear riscos da transição É essencial identificar: Revisão de processos ponta a ponta Da compra ao faturamento, a lógica de apuração muda. Fluxos de conferência de fornecedores, cruzamento de documentos, aprovação e controles automatizados devem ser revisados e alinhados à nova legislação. Auditoria preventiva antes do “go live” Antes de 2026, é recomendável realizar uma auditoria preventiva, com foco em: Essa revisão reduz a probabilidade de multas, glosas de crédito e retrabalhos de alto custo. Compliance fiscal: mitigando a surpresa tributária A nova legislação demanda rastreabilidade, documentação e governança mais robustas. Sem isso, erros operacionais podem afetar caixa, margem e até gerar litígios. Treinamento das equipes Tributário, contabilidade, controladoria, compras e faturamento precisam falar a mesma língua. Em médias empresas, a descentralização e a informalidade de processos são grandes fontes de risco. Documentação e políticas internas Regras de tomada de crédito, critérios de classificação, responsabilidades e fluxos de aprovação devem estar documentados, atualizados e acessíveis. Monitoramento em tempo real A nova dinâmica de créditos e débitos exige indicadores e alertas internos. Esperar o fechamento do mês para descobrir inconsistências deixa de ser uma opção segura. O que a H2K enxerga A Reforma Tributária 2026 é também uma oportunidade de reorganizar processos e elevar a maturidade contábil e de governança das médias empresas. Quem se adiantar — ajustando contabilidade, controles, compliance e auditoria — ganha vantagem competitiva, reduz riscos e chega em 2026 preparado. Conclusão A reforma não é apenas uma mudança técnica: é uma transformação na forma como as empresas operam, decidem e se organizam. A linha entre quem sofrerá e quem prosperará será definida pelos ajustes feitos ainda em 2025. Fonte oficial: Portal Contábeis – Reforma Tributária: empresas devem se preparar para o novo ciclo fiscal em 2026 Fale com a H2K Auditores e Consultores para conduzir o diagnóstico de riscos, atualizar controles e preparar a sua empresa para a transição ao IBS/CBS com segurança e previsibilidade.

Governança nas médias empresas brasileiras: o novo divisor de águas

O retrato das médias empresas em 2025 A Fundação Dom Cabral (FDC) divulgou em seu estudo “Desvendando a produtividade das médias empresas brasileiras” um panorama sobre o papel da governança na competitividade das empresas médias no Brasil. O levantamento analisou 8.875 médias empresas e revelou que menos de 30% possuem estruturas formais de governança, como conselhos, auditorias ou políticas internas documentadas — e que aquelas que já adotaram tais práticas crescem até 40% mais rápido e apresentam margens EBITDA 18% superiores. Mesmo em meio à volatilidade e à reforma tributária, o estudo indica que o fator que mais diferencia as empresas de alta performance é a qualidade da gestão e dos controles. Governança: do discurso à vantagem competitiva Historicamente, a governança era tratada como um tema de grandes corporações. Com o avanço de programas como o Regime Fácil da CVM, maior acesso a crédito e mais regulação fiscal, as médias empresas passaram a jogar em outro nível. As empresas médias mais produtivas contam com lideranças profissionalizadas e estruturas mínimas de governança, mesmo em modelos enxutos. Na prática, isso significa ter conselhos consultivos atuantes, auditoria independente e controles internos integrados à contabilidade e às decisões estratégicas. O papel da auditoria e dos controles internos A ausência de governança estruturada ainda é o principal obstáculo à perenidade das médias. A combinação de auditoria independente + compliance + controles internos padronizados forma o tripé que sustenta crescimento e atrai investidores. Esses mecanismos reduzem riscos operacionais, fortalecem a transparência e criam um ambiente propício para financiamentos e fusões, cada vez mais presentes no middle market. O olhar da H2K Para a H2K, governança não é apenas regulatório — é sustentabilidade e geração de valor. Implementar políticas de integridade, profissionalizar a gestão e integrar contabilidade, auditoria e fiscal prepara a empresa para competir em um mercado mais exigente e digital. Conclusão As médias empresas estão no epicentro da economia brasileira. O grau de maturidade em governança será o divisor de águas entre as que prosperam e as que ficam pelo caminho. 🔗 Fonte oficial: Fundação Dom Cabral — “Desvendando a produtividade das médias empresas brasileiras” (2024) Fale com a H2K Auditores e Consultores para avaliar a maturidade de governança e controles internos da sua empresa e transformar compliance em diferencial competitivo.

H2K, One e Grupo Netuno anunciam aliança estratégica para integrar governança, eficiência tributária e estratégias financeiras

A união entre as três empresas visa ampliar a entrega de valor a empresas familiares e grupos do middle market, conectando auditoria, inteligência tributária e soluções financeiras de forma coordenada e independente. Aliança que fortalece empresas em crescimento A H2K Auditores e Consultores, a One Inteligência e o Grupo Netuno formalizaram uma aliança estratégica voltada à integração de soluções em conformidade, eficiência tributária e estratégia financeira. O objetivo é oferecer aos clientes uma abordagem completa, segura e coordenada — somando a experiência de três especialistas em áreas complementares que compartilham a mesma visão de negócios: fortalecer a gestão e a sustentabilidade das empresas brasileiras em expansão. Especialidades que se complementam Cada empresa mantém sua atuação independente, mas colabora de forma coordenada para gerar resultados consistentes: Valor entregue aos clientes A partir dessa aliança, as empresas passam a atuar de forma integrada quando necessário, oferecendo um portfólio robusto de soluções que vai da auditoria independente e consultoria de governança ao diagnóstico tributário profundo e às arquiteturas financeiras personalizadas. Tudo isso com o compromisso de entregar clareza, segurança e visão estratégica, valores que unem as três marcas. Propósito comum Mais do que uma parceria comercial, essa é uma aliança de propósito e valores. Ela nasce da prática — da convivência entre profissionais que vivem o dia a dia das empresas, entendem seus desafios e acreditam que dados, quando bem tratados, viram direção; e estratégia, quando bem aplicada, vira futuro. Conclusão H2K, One e Grupo Netuno seguem independentes, mas alinhadas por um mesmo ideal: transformar complexidade em clareza e impulsionar o crescimento sustentável de empresas que constroem o futuro do país.

H2K firma aliança institucional com a Numeric Brasil, representante da ETL Global

A parceria fortalece a presença da H2K em um dos maiores ecossistemas internacionais de auditoria e consultoria, ampliando a conexão com práticas globais e padrões técnicos de excelência. Conexão internacional que impulsiona qualidade e visão de futuro A H2K Auditores e Consultores firmou uma aliança institucional com a Numeric Brasil, representante da ETL Global, uma das maiores redes internacionais de auditoria e consultoria do mundo. Segundo o IAB World Survey 2025, a ETL Global ocupa a 3ª posição na Europa e a 12ª posição global, considerando as classificações após as Big 4, e apresentou um crescimento de 16% em faturamento no último ano. A parceria amplia a capacidade de atuação da H2K em temas de governança, auditoria e consultoria empresarial, conectando sua experiência no middle market brasileiro a práticas internacionais de alta performance. Padrões globais, essência local A aliança reforça o compromisso da H2K e da Numeric com padrões de qualidade globais, inovação técnica e visão estratégica, mantendo a independência, a proximidade e o propósito humano que caracterizam as duas empresas. Mais do que uma colaboração operacional, o acordo cria pontes entre especialistas de diferentes países, estimulando troca de conhecimento, acesso a metodologias internacionais e integração com soluções globais de negócios — sempre respeitando as particularidades do mercado brasileiro e o perfil das empresas familiares e grupos do middle market. Visão compartilhada A H2K e a Numeric compartilham o mesmo propósito: elevar o padrão de entrega em auditoria e consultoria, combinando rigor técnico com clareza e estratégia. Com a chancela da ETL Global, essa aliança reforça a confiança de que é possível atuar com padrão internacional sem perder a proximidade com o cliente — traduzindo práticas globais em resultados locais. Conclusão Conexões que fortalecem. Propósito que transforma. A H2K segue ampliando sua rede de alianças estratégicas, unindo credibilidade técnica, visão global e o compromisso de continuar transformando complexidade em clareza para empresas que constroem o futuro do país.

Senado aprova projeto que taxa dividendos e amplia isenção do Imposto de Renda

Nova proposta eleva a faixa de isenção para R$ 5 mil mensais e cria tributação mínima para altas rendas a partir de 2026. O Senado Federal aprovou, em 5 de novembro, o Projeto de Lei nº 1.087/2025, que reformula o Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) e cria um novo regime de tributação sobre dividendos e altas rendas. A proposta — que ainda será analisada pela Câmara dos Deputados — estabelece isenção integral para rendas mensais de até R$ 5 mil e cria alíquotas progressivas para rendas superiores a R$ 600 mil anuais. Segundo o Senado Notícias, o texto também mantém isenções estratégicas, incluindo rendimentos de poupança, indenizações, títulos incentivados (LCI, LCA, CRI, CRA, FIP-IE, FIP-PD&I) e fundos de investimento imobiliário (FIIs e Fiagros) com cotas negociadas em bolsa e pelo menos 100 cotistas. Principais mudanças Análise H2K A proposta representa um marco na modernização do sistema tributário brasileiro, ao alinhar o país a práticas internacionais e reduzir assimetrias entre a tributação de empresas e pessoas físicas. Para empresários e investidores, o momento é de revisar estruturas societárias e políticas de distribuição de lucros, planejar o exercício de 2025 e antecipar decisões contábeis que possam otimizar o impacto das novas regras. A equipe da H2K Auditores e Consultores acompanha de perto a tramitação do projeto e seus possíveis efeitos sobre holdings patrimoniais, empresas do lucro presumido e investidores em fundos imobiliários. Fonte Senado Notícias – Conteúdo publicado pelo Senado Federal em 5/11/2025.

Relevância vale mais que recorrência: uma nova visão para a divulgação de resultados

A discussão global sobre transparência corporativa está mudando de foco. O novo presidente da SEC, Paul Atkins, reacendeu um debate importante: será que o mercado realmente precisa de demonstrações financeiras trimestrais obrigatórias? A provocação não trata de reduzir transparência — pelo contrário, trata de aumentá-la. A questão deixa de ser sobre quando divulgar e passa a ser sobre o que realmente importa divulgar para compreender a saúde, a estratégia e a direção de uma companhia. A crítica aos ciclos trimestrais não é nova. Empresas listadas em mercados mais maduros já relataram dificuldades em manter uma visão de longo prazo diante da pressão por resultados curtos. Relatórios repetitivos, sem mudanças materiais e com informações padronizadas acabam diluindo o valor da comunicação. Nesse movimento, a recorrência vira obrigação — e a relevância, exceção. O Brasil já entrou nessa discussão — e abriu caminho para um modelo mais inteligente. Com o Regime Fácil da CVM, pequenas e médias empresas podem reportar informações semestrais sem perder credibilidade nem acesso ao mercado de capitais. Não é sobre falar menos, é sobre falar quando houver algo a dizer — e dizer o que realmente importa. A essência permanece: governança, transparência e qualidade da informação. Informação financeira não deve ser um checklist burocrático. Ela precisa refletir realidade, estratégia e riscos — com profundidade. Relatar com propósito é mais valioso do que relatar com frequência. Se o mercado brasileiro quer amadurecer, esse pode ser o caminho: menos comunicação obrigatória, mais compreensão e clareza estratégica. Conclusão A mudança na forma de reportar informações financeiras não representa fragilidade — representa evolução. Empresas que priorizam informação útil, contextualizada e orientada a futuro constroem credibilidade real no mercado de capitais. Leitura recomendada: Novo chefe da SEC defende o fim dos ‘quartely reports’ Fale com a H2K Auditores e Consultores para estruturar governança, controles e práticas de disclosure que fortaleçam a confiança do investidor e a visão estratégica do seu negócio.

O contador diante da nova revolução tributária

O texto de Wesley Gonsalves, publicado no Metro Quadrado (Brazil Journal), trouxe um ponto essencial: a reforma tributária não está apenas transformando o setor imobiliário — ela está redesenhando o papel do contador. As três revoluções da contabilidade moderna Nos últimos 15 anos, a profissão contábil viveu duas grandes revoluções: a informatização das obrigações fiscais e a adoção das normas internacionais de contabilidade (IFRS). Essas mudanças tiraram o contador da função de guardião de livros e o colocaram como intérprete da essência econômica das operações empresariais. Agora, uma terceira onda chega com força: a reforma tributária sobre o consumo. E ela exige muito mais do contador. A nova lógica da tributação imobiliária Até hoje, a tributação no setor imobiliário era simples: bastava aplicar 4% sobre a receita bruta no RET e seguir em frente. Com o novo sistema, a forma como terrenos e insumos são adquiridos — de pessoa física ou jurídica — passa a impactar diretamente a geração de créditos tributários. Mais do que isso: se o tributo não for pago na etapa anterior da cadeia, o crédito não se forma para o próximo elo.Isso muda tudo. O diálogo entre contabilidade, fiscal e jurídico — tanto da empresa quanto dos fornecedores — será intenso e determinante. Haverá uma verdadeira revolução na forma de comprar e contratar, exigindo contratos revisados, controles integrados e uma nova cultura de compliance tributário. O contador no centro da estratégia O contador do futuro próximo — que já é o contador de agora — precisará dominar custos, contratos, crédito e controle. A contabilidade volta ao centro da estratégia, não apenas como registro, mas como ferramenta viva de decisão e sustentabilidade do negócio. A reforma tributária está recolocando o contador como protagonista — não do passado, mas do futuro. Conclusão A revolução tributária em curso é também uma revolução contábil. Ela exige atualização técnica, integração entre áreas e uma nova postura estratégica dos profissionais que sustentam as empresas brasileiras. 🔗 Leitura recomendada: Como a reforma tributária pode atrasar lançamentos Fale com a H2K Auditores e Consultores para entender como a reforma tributária impacta o seu setor e como estruturar controles contábeis e fiscais prontos para a nova era do consumo.